segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Número de estupros no país supera o de homicídios dolosos, diz estudo

Dados constam do Anuário Brasileiro de Segurança Pública sobre 2012.
Foram 26,1 estupros por 100 mil habitantes; 18,7% a mais que em 2011.

O número de estupros registrados no Brasil em 2012 foi maior que o de homicídios dolosos (quando há intenção de matar), segundo dados da 7ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O Anuário é produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que se baseia em informações do IBGE e do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (Sinesp), gerido pela  Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao Ministério da Justiça.

De acordo com o Anuário, o país registrou 50.617 casos de estupro em 2012, o que equivale a 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes. Um avanço de 18,17% em relação a 2011, quando a taxa foi de 22,1 por grupo de 100 mil. O número de homicídios dolosos registrados em 2012 foi de 47.136.

Número de estupros no Brasil por grupo de 100 mil habitantes
2011 - 22,1
2012 - 26,1
Variação - 18,17%

Os estados que mais registraram casos de estupro por 100 mil habitantes em 2012 foram Roraima (52,2), Rondônia (49)  e Santa Catarina (45,8). No entanto, o Fórum ressalva que esses três estados estão no chamado "grupo 2" de qualidade de informação, o que significa que os índices de fato podem ser ainda piores.

O estudo divide os estados em 4 grupos de informação, de acordo com a credibilidade dos dados informados. O estados do grupo 1 têm alta qualidade de informações  e preencheram o Sinesp com dados adequados, segundo o Fórum. Os do grupo 2 preencheram adequadamente o Sinesp, mas não têm informações com alto grau de credibilidade.

Já os estados do grupo 3, segundo o Fórum, são aqueles apresentam qualidade de informações, mas não preenchem corretamente o Sinesp. Os do grupo 4 têm baixa qualidade de informações e também não passam dados adequadamente para o Sinesp.

Entre os estados que estão no grupo 1 (com alta qualidade de informações) os que apresentaram maiores taxas de estupro por 100 mil habitantes foram Rio Grande do Sul (43,5), Mato grosso do Sul (40,6)  e Mato Grosso (38,6). No caso do Rio Grande do Sul, segundo o Fórum, as ocorrências de estupro e tentativa de estupro são registradas da mesma forma, o que eleva a taxa.

Os estados que registraram menores taxas de estupro por 100 mil habitantes em 2012 foram Paraíba (8,8) , Rio Grande do Norte (9,9) e Minas Gerais (10,1). Minas e Paraíba estão no grupo 1 de qualidade de informações. Rio Grande do Norte está no grupo 3.

Homicídios dolosos
O número de homicídios dolosos em 2012, de 47.136, representa uma taxa de 24,3 para cada 100 mil habitantes, segundo o Anuário. Um aumento de 7,8% na comparação com 2011. 

Alagoas é o estado com maior taxa: 58,2 homicídios dolosos por grupo de 100 mil habitantes. No entanto, na comparação com 2011, houve uma melhora e o índice diminuiu em 21,9%.

Os estados com as menores taxas de morte por grupo de 100 mil habitantes foram: Amapá (9,9), Santa Catarina (11,3), São Paulo (11,5), Roraima (13,2), Mato Grosso do Sul (14,9), Piauí (15,2) e Rio Grande do Sul (18,4). Mais uma vez, o Fórum ressalva que Santa Catarina, Roraima e Piauí estão no grupo 2 de qualidade da informação, que reúne os estados que preencheram adequadamente o Sinesp, mas que não têm informações confiáveis.

Fonte: G1

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Confira vídeo exibido na Abertura do I Encontro Nacional do MML

Petroleiros entram em greve contra a privatização da Bacia de Libra; confira o quadro nacional de hoje


Os petroleiros estão seguindo a orientação de suas federações e estão rejeitando a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da companhia e aprovando por ampla maioria uma greve nacional e unificada da categoria, marcada para começar nesta quinta-feira, 17 de outubro.
   
A estimativa é que esta quinta-feira se transforme em um Dia Nacional de Luta Contra o Leilão de Libra, com a realização (além da greve) de atos e mobilizações nas principais capitais e cidades do país. Diversas entidades sindicais, como federações, sindicatos e centrais, além de representantes de movimentos sociais e estudantis, estão se incorporando na luta pela defesa do petróleo brasileiro.   

A greve da categoria, que está sendo aprovada nacionalmente, tem três eixos: barrar o leilão de Libra, agendado pelo Governo Dilma para 21 de outubro; derrotar o PL 4330, que legaliza as terceirizações em atividades fins; e arrancar da Petrobrás uma proposta que contemple a reivindicação dos trabalhadores. Ou seja, 16,53% de aumento no salário base, sendo 10% de ganho real e 6,53 de reajuste pelo ICV-DIEESE. 

A empresa propõe no salário base reajuste de 6,09% (IPCA), 7,68% na RMNR e um abono equivalente a uma remuneração ou R$ 4 mil, o que for maior. Esta gratificação é quase 50% inferior à de 2012, fechada em R$ 7.200. Fora isso, nas demais cláusulas praticamente tenta renovar o atual ACT, oferecendo como “avanços” pequenas concessões que visam apenas enganar e enrolar a categoria. Demandas como revisão do PCAC, fim da tabela congelada, AMS para os pais e 100% custeada pela companhia foram ignoradas.
   
Veja  quadro nacional de hoje  das paralisações e protestos em diversas cidades      

Raixo-x da Greve nas bases da FNP   
Em Alagoas e Sergipe, o Sindipetro começou as mobilizações antes mesmo do Dia Nacional de Luta Contra o Leilão. No dia 16, FAFEN e Tecarmo já eram alvo de mobilizações. As operações no campo terrestre de Carmópolis pararam com praticamente 100% de adesão. Na desparafinação, onde fica a Estação de Bom Sucesso, não houve rendição de turno e nenhum trabalhador entrou pra trabalhar. Na estação de Jericó também não houve a rendição de turno. A base administrativa de Carmópolis também parou e nas áreas isoladas, como no campo de produção em Jordão, quase todos os trabalhadores aderiram à greve.   

Na FAFEN não teve rendição de turno e a paralisação iniciou por volta das 19h de ontem (16/10). Na Houve rendição de turno de 0 hora e pela manhã, às 7 horas. O quadro operacional que se mantém é uma parte que entrou dia 16 pela manhã e os que entraram às 15h. Todo o pessoal terceirizado e o pessoal próprio aderiram à greve.   

Na Transpetro e complexo de Atalaia a greve teve inicio a partir das 4 horas da madrugada com paralisação parcial. Já na Sede da rua Acre a greve é de 80%, com a solidariedade e participação de diversas entidades como CSP-Conlutas e ANEL. O ato central da greve foi iniciado às 6h30 com a presença de entidades como CGTB, CUT, FUP, ASPENE, MST, MML, PSTU e PL.   

Em São José dos Campos (SP) Na REVAP, base do Sindipetro-SJC, os trabalhadores também deflagraram greve de 24%. A paralisação foi aprovada por 84% da categoria e conta com adesão de 100% do efetivo da refinaria. Estima-se mais de 4 mil operários de braços cruzados em uma mobilização que conta com a solidariedade e apoio efetivo de outras entidades classistas da região do Vale, como os sindicatos dos Correios e dos Metalúrgicos.   
Na Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão (SP), base do Sindipetro-LP, os trabalhadores de turno iniciaram pela manhã atrasos de 3h, com corte na emissão de PT (Permissão de Trabalho). A adesão é de 100% do turno e o movimento de atraso seguirá por tempo indeterminado até uma nova proposta da companhia.   

O mesmo acontece na UTGCA, em Caraguatatuba (SP), onde o atraso envolveu 100% do turno e 90% do ADM. Os trabalhadores terceirizados também integraram a paralisação, que começou às 7h, por aproximadamente duas horas. No terminal Pilões, em Cubatão, houve atraso de aproximadamente uma hora na entrada do ADM. Na plataforma de Mexilhão, na Bacia de Santos, durante 24h não haverá emissão, planejamento e requisição de PT. A partir de amanhã, 18 de outubro, serão iniciados atrasos de 3h na emissão das PTs.   

No Norte e Maranhão também está de braços cruzados durante todo o dia os trabalhadores da base do Sindipetro PA/AM/MA/AP. Lá, estão em greve, em Manaus (AM), os trabalhadores de Urucu e da Sede Manaus. Na Transpetro Belém (PA) e no prédio Alcindo Cacela a categoria também entrou em greve. Ao longo do dia, será avaliado o cenário nacional para definir se haverá a continuidade do movimento. Às 16h, um ato será realizado pelos diversos movimentos sociais e sindicais na Praça Operário, que depois seguirá até o prédio administrativo da Petrobrás.   

No Rio de Janeiro, os trabalhadores do TABG também estão em greve. O corte de rendição foi iniciado às 7h, mas o ADM também integrou a paralisação. Nos prédios administrativos estão sendo realizadas concentrações e, em algumas unidades, trancaços e atrasos. No Edise, os movimentos sociais acampados em frente ao edifício fizeram um protesto, que será repetido ao meio-dia por pescadores afetados pela atividade petrolífera na Bacia de Guanabara.   

Às 17h, na Cinelândia, será realizado um grande ato articulado em conjunto por diversas organizações que constroem a campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso. A passeata no centro do Rio de Janeiro partirá em direção à Cinelândia.   

Nas bases da Federação única dos Petroleiros (FUP), ligada à CUT – Na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, o Sindicato informa que a greve teve adesão de pelo menos 39 plataformas, que foram entregues pelos trabalhadores às equipes de contingência que a Petrobras embarcou. Destas, 15 unidades foram entregues com a produção de petróleo parada. Durante a manhã, foi realizado trancaço no Terminal de Cabiúnas e na sede da UO-Rio, em Macaé.   

Ninguém entrou na Reduc, em Duque de Caxias, Terminal de Campos Elíseos e na Termorio. Agora pela manhã, o sindicato realiza uma grande mobilização na Rodovia Washignton Luiz, que está fechada no sentido Petrópolis.   Nos campos de produção terrestre da Bahia, os petroleiros anteciparam a paralisação para as 20 horas nas estações de Candeias, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passe, Socorro, Marapé e Dom João. Nas refinarias Mataripe (Rlam/BA) e  (fábrica de fertilizantes/BA).    Em Manaus (AM) a refinaria Reman/AM parou.    

Em Minas Gerais, a refinaria  Gabriel Passos a Regap/MG também aderiu à paralisação. Também nesta quarta-feira, o Sindipetro-MG intensifica a luta contra o leilão durante todo o dia, através da realização de panfletagens nas estações do metro de Eldorado, Lagoinha, Central, São Gabriel e Vilarinho. No fim do dia, também será realizado um debate na sede da CUT-MG, com a participação dos petroleiros e integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). Hoje, o ato que teve a concentração às 7h, em frente à Regap, prosseguirá até à Praça Sete, no centro de Belo Horizonte.   

Em Araucária (PR) a refinaria  a Repar, além da SIX (unidade de Xisto/PR), da FAFEN aderiram ao movimento. Em Canoas (RS),  a refinaria Alberto Pasqualine a Refap/RS. A refinaria de Abreu e Lima (PE).

Em São Paulo, as refinarias de Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP) pararam. Os atos contra o leilão estão marcados para o dia 17, com a concentração na Praça Oswaldo Cruz. Em Campinas, o Comitê Regional contra o Leilão de Libra e em Defesa do Pré-sal fará uma campanha contra o leilão, no centro da cidade, durante toda a semana.   

Em Recife (PE) , a manifestação será em frente à sede administrativa da Petrobrás, de 7h às 12h.   Em Natal (RN), os petroleiros e movimentos sociais vão se mobilizar no calçadão da Rua João Pessoa, às 16h30.   

A greve também segue forte, segundo nota dos sindicatos da outra federação, nos campos terrestres de produção de petróleo na Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Norte. Na Transpetro, a greve atinge os terminais de Solimões (AM), Suape (PE), Madre de Deus (BA), Campos Elíseos (Duque de Caxias/RJ), Cabiúnas (Macaé/RJ), Guararema (SP), São Caetano (SP), Barueri (SP), Brasília, São Francisco do Sul (SC), Itajaí (SC), Guaramirim (SC), Biguaçu (SC), Paranaguá (PR), Osório (RS), Canoas (RS) e Rio Grande (RS).   

Em Santa Catarina, em Itajaí, parou o campo de Exploração e Produção do Sul (UO-Sul). Haverá também um  ato em conjunto com o Sindipetro-PR/SC, movimentos sociais e demais categorias, acontece hoje, às 16h, em frente à Unidade de Operações de Exploração e Produção do Sul (UO-Sul). Em Curitiba, os sindicalistas também vão protestar em frente à Assembléia Legislativa.
   
Assim que houver novas informações sobre as mobilizações nas bases, atualizaremos esta matéria ao longo do dia.

Fonte: cspconlutas.org.br

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Educação: Da Candelária à Cinelândia, o apoio aos professores do Rio em greve; forte repressão em São Paulo; greve no Pará

A avenida Rio Branco e ruas do centro do Rio, entre a Candelária e a Cinelândia,  foram novamente palco de manifestações no Rio de janeiro. Tomadas por cerca de 10 mil profissionais de educação das redes municipal e estadual, em greve há mais de dois meses, e por trabalhadores de outras categorias e estudantes que foram prestar solidariedade a essa luta.

Em ritmo de “Coisinha do Pai”, os educadores entoavam em referência à secretária municipal da Educação, Claudia Costin:
“Ô Claudinha tão mentirosa do Paes
Você vale pouco mentindo na Globo
Sem noção mentiu na Band News
Tô na rua, tô lutando
Digo mais uma vez
Olha o estrago que “tu” fez!


Após a manifestação, os professores obtiveram uma importante vitória. Os governos de Sérgio Cabral e de Eduardo Paes, que vinham assediando a categoria com o corte de ponto, viram sua iniciativa ser anulada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que suspendeu o corte de ponto.

A passeata ocorreu após assembleia dos profissionais de educação da rede municipal com cerca de cinco mil presentes onde foi aprovada a continuidade da greve por maioria da categoria.

Os professores da rede municipal não concordam com o plano de cargos e salários aprovado pela Câmara Municipal e sancionado pelo prefeito Eduardo Paes. Na sexta-feira (11), a Justiça do Rio já havia suspendido a sessão da Câmara que aprovou a proposta do plano. A liminar foi concedida pela juíza Roseli Nalin, de acordo com o Tribunal de Justiça (TJ), após pedido de nove vereadores, que contestaram a forma como a votação foi realizada, sem a presença de professores na plenária.

Na segunda-feira (14), a Procuradoria da Câmara Municipal do Rio recorreu da liminar. O Tribunal de Justiça deve julgar o recurso no próximo dia 21.

Cerca de 400 professores de ambas as redes também estão estão sendo alvo de processos administrativos.

Repressão – Após o encerramento da manifestação dos professores, novamente houve enfrentamento e forte repressão policial nas ruas do centro do Rio.

Hoje pela tarde, um ônibus que levava profissionais de educação que tinham acabado de participar da assembleia da rede municipal foi interceptado pela PM. Após entrar no veículo, policiais militares agrediram o motorista. 


Manifestação realizada pelos estudantes nesta terça-feira em São Paulo foi duramente reprimida pela policia

A passeata organizada pelos estudantes da USP e da Unicamp, que contou com a participação de cerca de 2 mil pessoas, exigia a democratização das universidades e eleição direta para reitor, além de apoiar a greve dos professores do Rio de Janeiro.
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Saiu do largo da Batata com o objetivo de ir até o Palácio do Governo, mas a violência policial não permitiu.

Durante todo o percurso uma parte minoritária do grupo composta por Black Blocs tentava descaracterizar o movimento que seguia pacifico. Os manifestantes seguiram pela avenida Faria Lima, avenida Rebouças e já ali parte desse grupo tentou arrancar a faixa que abria a manifestação. Mesmo assim os estudantes continuaram seu percurso.

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 O ato chegou avenida Eusébio Matoso e tomou marginal Pinheiros.

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Entretanto, o grupo de Black Blocs que estava à frente da manifestação começou a atirar objetos nos policiais. A partir daí o que se viu foi uma polícia despreparada e partindo para cima de todos os manifestantes com bombas e gás de pimenta.

Muitos foram encurralados num posto de gasolina que beirava a marginal. Mesmo os que estavam com as mãos para cima começaram a apanhar dos policiais. Cassetetes, bombas e gás de pimenta.

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Outro grupo de manifestantes tentou se refugiar na loja Tok Stock ao lado do posto, mas a polícia entrou e também lá, com clientes dentro, jogaram bombas.

Muitas pessoas ficaram feridas e um grupo de apoio que prestava ajuda médica não foi poupado. A polícia os emparedou junto com outra dezenas de estudantes e levou preso ao menos dez naquele local. Outros foram abordados na rua detrás da marginal e também foram levados presos.
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Os policiais seguraram os pertences dos estudantes, já acuados, e gritavam, os tratando como criminosos.

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A manifestação dispersou e deixou a marca mais uma vez da repressão policial.

Dia do professor é marcado por fechamento de BR no Pará
Após 23 dias de greve os profissionais da educação da rede publica do Pará deram uma grande demonstração de luta e fecharam a BR 316 próximo a cidade de Santa Maria a 120 km de Belém.
 
A manifestação foi uma resposta ao governo de Simão Jatene que se nega a negociar com os trabalhadores a pauta de reivindicação da categoria que inclui principalmente a aplicação da jornada de trabalho para 2014 que consta no PCCR e a inclusão das aulas suplementares no pagamento dos salários.
 
A greve segue forte e no dia 17 de outubro a categoria tem ato marcado para as 17h no centro da cidade e deve reunir milhares de trabalhadores em apoio a greve. O ato também contará com o apoio do Comitê Estadual contra o Leilão dos poços de petróleo de Libra.
 
(Abel Ribeiro, de Belém)
Foto: Manchete  (Midia Ninja)
Fotos internas (Bianca Pedrina)

Fonte: cspconlutas.org.br

Campanha Nacional contra a violência à mulher trabalhadora

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Chega da violência contra as mulheres!

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